terça-feira, 15 de março de 2011

Saiba como funciona a Coordenadoria da Defesa Civil de Olinda

A população pode ir até a sede do órgão, que fica no Alto da Bondade ou registrar a ocorrência pelo telefone 0800 281 2112 .Contornada por morros, na rua da linha, número 978, no Alto da Bondade, está situada a Coordenadoria da Defesa Civil de Olinda, onde fica armazenado o plástico que cobre barreiras em toda a cidade. Na sede do órgão, trabalham de plantão, dia e noite, 40 pessoas, entre telefonistas, engenheiros e o pessoal da assistência social.
Depois que ligou para Defesa Civil pedindo ajuda, o marceneiro Samuel Monteiro. Hoje, as meninas estão bem mas dos móveis e eletrodomésticos, restou pouca coisa. Do fogão, ainda há quatro prestações para pagar. A causa do desmoronamento foi um problema de infiltração na barreira. Samuel Monteiro diz que mesmo depois do deslizamento, não recebeu assistência. “Eles dizem que vem tal dia e nada de aparecer”, falou.
Na sede da Defesa Civil de Olinda, os pedidos chegam quando a pessoa procura atendimento pessoalmente, como a dona de casa Cristina Maria da Silva, moradora de Águas Compridas, que vem ao local pela segunda vez. “Vim aqui, eles colocaram lona, só que a lona se rasga. Na minha rua já morreu até criança em um deslizamento”, relatou a dona de casa.
Os moradores de Olinda também podem ligar para o número 0800 281 2112. A ficha de ocorrência será entregue pela telefonista à equipe de engenharia, que faz a triagem. “A gente escolhe os casos mais urgentes, como deslizamentos de barreira, para atender”, explicou a engenheira Jalmira Gonçalves.
Na caixa onde ficam as ocorrências, a equipe do NETV perguntou pela de Samuel Monteiro, do Córrego do Abacaxi. Os funcionários procuraram e nada. Pelo telefone, o diretor da Defesa Civil, Paulo Brito, descobriu que a ocorrência estava no térreo e havia sido de fato registrada no computador.
“Nossa equipe está procurando atender todas as ocorrências que chegam. Esse caso especifico, a gente vai ter o cuidado de não deixar acontecer novamente”, prometeu o diretor do órgão.
Na última chuva forte, a Coordenadoria da Defesa Civil de Olinda recebeu 140 chamados em oito horas. De acordo com eles, os técnicos fizeram 70 vistorias. Se o engenheiro avaliar que é necessária a instalação de plástico, ele solicita. Mas o que acontece com as 70 famílias que não receberam nenhuma visita?
“A gente sabe da aflição da comunidade e tem buscado, não só nestes dias que chove, fazer o monitoramente das áreas. Estamos intensificando ainda mais as vistorias com a chegada do período de inverno”, afirmou Paulo Brito.
guardou o comprovante que registrou a  ocorrência nº 198, em 25 de janeiro - mas o socorro nunca chegou. Na última chuva forte, a barreira desceu em cima da casa dele, atingindo a cozinha e o quarto onde as duas filhas dele dormiam, no Córrego do Abacaxi. “Quando eu ouvi o barulho, já estava coberta até a cabeça e não podia fazer nada, pois tinha o botijão de gás bem em cima”, contou a estudante Scarlet Lima.

Fonte: http://pe360graus.globo.com/noticias/cidades/urbanismo/2011/03/15/NWS,530459,4,583,NOTICIAS,766-SAIBA-FUNCIONA-COORDENADORIA-DEFESA-CIVIL-OLINDA.aspx

sábado, 12 de março de 2011

Novo temor no Japão

O Japão lembrará desse 11 de março como um dos piores dias de sua história. Às 14h46 de ontem (2h46 em Brasília), a costa nordeste do país foi sacudida por um terremoto de magnitude 8,9 na escala Richter. O tremor - cujo epicentro situou-se a 24,4 km de profundidade e a 130km da costa, na Ilha de Honshu - provocou um tsunami devastador e moveu o eixo do planeta em 10cm. A crosta terrestre sofreu uma ruptura de 240km de largura por 80km de comprimento. Minutos depois do abalo, ondas de 10m de altura e com uma velocidade de 500km/h produziram cenas apocalípticas. O mar arrastou tudo o que encontrava pela frente: carros, ônibus, casas e barcos. Até o fechamento desta edição, as autoridades japoneses tinham confirmado que mais de mil pessoas estão mortas ou desaparecidas e admitiram um número ´extremamente alto de vítimas`. Na cidade de Sendai, 351 corpos sob a água. Cerca de 1,2 mil casas foram tragadas pela água e desapareceram.
Agora o grande temor são as usinas nucleares, entenda na imagem como funciona um reator nuclear de água leve. água. 

sexta-feira, 11 de março de 2011

Entenda o que é Tsunami


O termo "tsunami" provém do japonês, significa "porto" (tsu) e "onda" (nami).
Tsunamis são muitas vezes referidos como ondas de maré. Nos últimos anos, este termo caiu em desuso, especialmente na comunidade científica, porque tsunami realmente nada têm a ver com as marés. O termo outrora popular deriva de sua aparência mais comum, que é a de ummacaréu extraordinariamente alto. Tsunamis e marés produzem ondas de água que se movem em terra, mas no caso do tsunami o movimento da água em terra é muito maior e dura por um longo período, dando a impressão de uma maré extremamente alta.
Um tsunami pode ser gerado quando os limites de placas tectônicas convergentes ou destrutivas movem-se abruptamente e deslocam verticalmente a água sobrejacente. É muito improvável que esses movimentos podem formar-se em limites divergentes (construtivo) ou conservativos das placas tectônicas. Isso ocorre porque os limites construtivos ou conservadores em geral não perturbam o deslocamento vertical da coluna de água. Terremotosrelacionados a zona de subducção geram a maioria dos tsunamis.
Tsunamis têm uma pequena amplitude (altura da onda) em alto mar e um comprimento de onda muito longo (muitas vezes centenas de quilômetros de comprimento), sendo por isso que geralmente passam despercebidos no mar, formando apenas uma ligeira ondulação de normalmente cerca de 300 milímetros (12 pol) acima do normal superfície do mar. Eles crescem em altura quando atingem águas mais rasas, em um processo de empolamento da onda descrito abaixo. Um tsunami pode ocorrer em qualquer estado de maré e até mesmo na maré baixa ainda pode inundar áreas costeiras.

Tsunamis gerados por terremotos

Um terremoto pode gerar um tsunami se o tremor:
  • Ocorrer logo abaixo de um corpo de água,
  • For de magnitude moderada ou alta, e
  • Deslocar um volume bastante grande de água.

Primeiras imagens do Tsumami no Japão

quinta-feira, 10 de março de 2011

Cruz Vermelha aponta guerra civil com crescente número de vítimas

O presidente da Cruz Vermelha Internacional, Jakob Kellenberger, disse nesta quinta-feira que a Líbia está em uma guerra civil que deve se intensificar. Segundo a organização, é crescente o número de vítimas no leste do país, onde rebeldes tomaram o controle de diversas cidades ainda nos primeiros dias da revolta contra o ditador Muamar Kadafi.
A organização afirmou que nos últimos dias, dezenas de civis foram mortos ou feridos em confrontos. Os rebeldes vêm enfrentando contra-ataques das forças de Kadafi, que, além das ofensivas no leste, também tentam retomar cidades no oeste do país, entre elas Zawiya, que está a cerca de 50 quilômetros da capital, Trípoli.
"Nós temos agora um conflito armado não internacional, ou o que podemos chamar de guerra civil", afirmou Kellenberger em uma entrevista coletiva em Genebra, na Suíça. "Nós vemos um crescente número de feridos chegando a hospitais no leste e estamos extremamente preocupados".
O presidente da Cruz Vermelha afirmou ainda que é preciso se preparar para o pior.
"Nesse caso específico, temos que nos preparar para a intensificação da luta", avaliou.
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR 
10/03/2011 | 08h59 | Líbia