quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Principais desastres naturais em 2011


TERREMOTOS (com mais de 100 mortos):
- 22 de fevereiro.- Terremoto de 6,3 graus na escala Richter em Christchurch, a segunda maior cidade da Nova Zelândia, causa 181 mortes e danos em milhares de edifícios, além do desprendimento de 30 milhões de toneladas de gelo de uma geleira da Ilha do Sul.
- 11 de março.- O pior terremoto da história do Japão, de 9 graus na escala Richter, e um tsunami atingem a costa nordeste do país, deixando 19.752 vítimas (15.821 mortos e 3.931 desaparecidos) e provocando inúmeros prejuízos materiais e uma emergência nuclear.
- 18 de setembro.- Tremor de 6,8 graus é registrado no Nepal, matando 106 pessoas e deixando centenas feridas e um total de 2 mil desabrigados.
- 23 de outubro.- Um terremoto de 7,2 graus Richter e várias réplicas, duas delas de 5,4 graus, são registrados no leste da Turquia e deixam 604 vítimas (601 mortos e três desaparecidos) e 5.497 imóveis danificados.

VULCÕES:
- 21 a 25 de maio.- Embora não tenha causado nenhuma morte, a nuvem de cinzas de 20 mil metros de altura lançada pelo vulcão islandês Grimsvötn obrigou o cancelamento de 900 voos na Europa após afetar Islândia, Reino Unido, Alemanha, Irlanda do Norte, a península da Escandinávia e a Dinamarca.
- 4 de junho - 26 de novembro.- As potentes erupções intermitentes do complexo vulcânico Puyehue - Cordón Caulle, no Chile, fez com que fossem a cancelados milhares de voos no Cone Sul, especialmente no Chile e na Argentina, mas também no Brasil.
- 9 de julho - 7 de novembro.- A erupção do vulcão Lokon, nas ilhas Célebes (Indonésia) provoca várias explosões, a mais forte em 14 de julho, o que obriga a retirada de 5,2 mil pessoas.
- 5 de agosto - 4 de outubro.- As sucessivas erupções dos vulcões Karangetang (5 agosto); Papandayan (12 agosto); Soputan (14 agosto) e Anak Krakatoa (3 outubro), na Indonésia, forçam centenas de pessoas a se deslocar.
- 30 de julho - 20 de agosto.- A erupção em nove ocasiões do vulcão Etna na Sicília (Itália) impõe o fechamento do aeroporto de Catânia.

ONDAS DE FRIO:
- 5 de janeiro.- Duas pessoas morrem no sul da China e outras 58 mil são deslocadas de suas casas por conta do frio, que causa danos no valor de US$ 204 milhões.
- 3 a 6 de julho.- Uma onda de intenso frio polar castiga o Cone Sul e causa a morte de vários moradores de rua em Santiago (Chile) e de cinco sem-teto no Uruguai.

ONDAS DE CALOR:
- 11 a 22 de julho.- A onda de calor que castiga 30 estados do centro e leste dos Estados Unidos deixa 24 mortos e afeta cerca de 141 milhões de pessoas.
- 9 a 12 de agosto.- Ao menos quatro pessoas morrem e 19 são hospitalizadas no Japão devido às altas temperaturas registradas.

INUNDAÇÕES (mais de 100 vítimas entre mortos e desaparecidos):
- 29 de dezembro 2010. - 15 janeiro de 2011.- Fortes chuvas matam 89 pessoas e deixam 23 desaparecidas, além de obrigarem 53 mil a se deslocar em 25 províncias das Filipinas.
- 11 de janeiro - 12 de janeiro.- Morrem 902 pessoas e 405 desaparecem após chuvas torrenciais castigarem o estado do Rio de Janeiro e provocarem inundações, deslizamentos de terra e o soterramento de inúmeras casas construídas na região serrana.
- 3 de fevereiro.- Um total de 123 pessoas morre, milhares são afetadas e 13 mil casas ficam danificadas pelas fortes chuvas que afetam África do Sul, Moçambique, Lesoto, Madagascar, Malauí, Angola, Botsuana e Zimbábue.
- Abril de 2010. - As chuvas provocadas pelo fenômeno 'La Niña' deixam 444 mortos na Colômbia, além de 524 feridos, 71 desaparecidos e 3,22 milhões de afetados pelas avalanches e inundações.
- 26 a 28 de abril.- Pelo menos 347 pessoas morrem e uma grande devastação é causada pelas fortes tempestades registradas no sul e leste dos EUA.
- 3 a 20 junho.- As inundações na China deixam 175 mortos e 86 desaparecidos e afetam 36,57 milhões de pessoas, além de causarem perdas de US$ 5,41 milhões.
- 24 de agosto.- 171 pessoas morrem e 911 mil são obrigadas a se deslocar pelas enchentes no norte e leste da Índia decorrentes das chuvas de monção.
- 3 a 26 de setembro.- As chuvas de monção provocam no Paquistão as piores inundações de sua história, com um balanço de 350 mortos, 638 feridos, 7,5 milhões de afetados, 924.777 casas danificadas e mais de 280 mil deslocados.
- 29 de julho a 29 de novembro.- As intensas chuvas causadas pelas monções na Tailândia e por três tempestades tropicais deixam 628 mortos, 2,5 milhões de desabrigados e 700 mil pessoas infectadas pelo consumo de água contaminada.
- Agosto a 6 de outubro.- A cheia do rio Mekong mata 167 pessoas no Camboja e obriga 23 mil a serem evacuadas, além de alagar 300 mil hectares de campos de arroz.
- 10 de outubro - 9 novembro.- Morrem 100 pessoas e duas desaparecem por conta das inundações que afetam o Vietnã, especialmente o delta do Mekong.
- 10 de outubro a 23 de novembro.- As chuvas na América Central deixam 120 mortos, 650 mil desabrigados, 90 mil deslocados e 50 mil pessoas em refúgios temporários na Guatemala, El Salvador, Honduras e Costa Rica.
- 21 de outubro.- 147 pessoas morrem por conta das enchentes que afetam a região central de Mianmar.
- 16 a 20 de dezembro - Inundações nas Filipinas deixam mais de 700 mortos, 500 desaparecidos e 110 mil desabrigados.

FURACÕES, TUFÕES E CICLONES (mais de 100 mortos):
- 22 de maio.- Um tornado destroça a cidade de Joplin, no estado do Missouri (EUA), e deixa 151 mortos, 900 feridos e 44 desaparecidos, além de perdas de US$ 3 bilhões.
- 26 a 31 de julho.- A tempestade tropical Nock-ten causa 113 mortos e 10 desaparecidos após passar sobre as Filipinas, Laos, Tailândia, Vietnã e China.
- 3 a 7 de setembro.- O tufão 'Talas', o mais destrutivo em sete anos, deixa 49 mortos, 55 desaparecidos, 16 mil evacuados e danos de US$ 700 milhões no Japão.
- 26 de setembro a 9 de outubro.- Morrem 123 pessoas e 25 desaparecem após a passagem dos tufões 'Nesat' e 'Nalgae' pelas Filipinas, China e Vietnã.

Fonte:
Agência EFE
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/12/principais-desastres-naturais-em-2011.html

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

VERÃO: Características Gerais (Pernambuco)

Nesta quinta-feira, 22 de dezembro de 2011, às 02h30min, começou o verão no Hemisfério Sul. A expressão verão vem do latim vulgar (veranum, i.e., veranuns tempus). Esta estação engloba também os meses de janeiro, fevereiro e março, com pico em janeiro, mês considerado de alta temporada de férias no Brasil. A estação de verão é caracterizada, basicamente, por dias mais longos que as noites. Ocorrem mudanças rápidas nas condições diárias do tempo, levando à ocorrência de chuvas de curta d uração e forte intensidade, principalmente no período da tarde. Considerando o aumento da temperatura do ar sobre o continente, estas chuvas são acompanh adas por trovoadas e rajadas de vento, em particular nas regiões do Sert ão do estado de Pernambuco. Os maiores totais acumulados de chuva concentram-se principalmente nas regiões do Sertão e no Litoral/Zona da Mata do estado, com valores médios superiores a 600 mm (figura abaixo). Estas chuvas podem estar associadas a Complexos Convectivos de Mesoescala (CCM), Vórtices Ciclônicos de Ar Superior (VCAS) e à formação do sistema meteorológico conhecido por Zona de Convergência Intertropical (Z CIT), cuja principal característica é a ocorrência de chuvas por vários dias, resultando em pancadas de chuva forte e ventos fortes. Dependendo da qualidade do período chuvoso, esta estação pode ser caracterizada pela ocorrência de “veranicos” (períodos de estiagem com duração de 7 a 15 dias).



Fonte: Flaviano Fernandes (Equipe de Meteorologia da APAC)

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Força Nacional do SUS coordenará equipes para atender vítimas de desastres

Brasília/DF - O Ministério da Saúde definiu, nesta quinta-feira (15), os critérios para a atuação da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (Força Nacional do SUS), que será composta por profissionais especializados no atendimento a vítimas de desastres naturais, calamidades públicas ou situações de risco epidemiológico (surtos de leptospirose após enchentes, por exemplo) que exijam uma resposta rápida, apoio logístico e equipamentos de saúde. Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Força Nacional atuará de forma organizada e articulada com o Ministério da Defesa e os estados e municípios.
"Com a Força Nacional do SUS, estamos nos preparando para enfrentar problemas que necessitam de uma capacidade de resposta organizada e imediata, como no caso de desastres naturais e catástrofes", ressalta o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. "Independentemente de quanto o país venha avançando em prevenção, é fundamental termos um grupo de profissionais qualificados para salvar vidas, tanto nas situações de desastres como após o desastre", explica.
A publicação da portaria foi acompanhada de lançamento de edital para a aquisição de um hospital de campanha, que fará atendimento médico no próprio local da urgência. Orçada em R$ 5,3 milhões, a unidade terá capacidade de atender até 2 mil pessoas por dia. Sua estrutura contará com Sala de Estabilização, UTI (Unidade de Terapia Intensiva), centro cirúrgico, além de enfermaria e sala de comando. O hospital móvel também será utilizado em grandes eventos que serão sediados no Brasil, como a Copa do Mundo (2014) e Olimpíadas (2016).
A força faz parte de um conjunto de ações do governo federal para reorganizar os serviços de urgência e emergência no SUS. Ela é um dos componentes da Rede Saúde Toda Hora, lançada em 2011 pelo Ministério da Saúde, e da qual fazem parte o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24 horas), hospitais e Atenção Básica.

Profissionais 
O Ministério da Saúde também dará início neste mês ao cadastramento de profissionais que irão compor as equipes permanentes da Força Nacional do SUS. A intenção é cadastrar até 1.000 profissionais em 2012. Servidores públicos, funcionários de hospitais universitários, além de voluntários que atuem na área da saúde poderão realizar suas inscrições. Os profissionais receberão capacitação contínua do Ministério da Saúde para atenderem em situações adversas.
"Os profissionais serão permanentemente capacitados. Parte desta força será composta por servidores do Ministério, outra parte por profissionais que estão nos hospitais universitários e também profissionais de estados e municípios que já atuam no SAMU 192, acostumados a situações extremas", explicou Padilha.

Critérios
Publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União, a portaria também elenca as situações em que o ministério pode declarar Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin). São elas: desastres naturais, situações de risco de reintrodução de uma doença erradicada no país, surtos ou epidemias altamente graves, falta de assistência à população ou casos em que um estado ou município decreta situação de calamidade pública e não consegue ofertar assistência à população.
Durante os atendimentos, as equipes da força também poderão usar as estruturas e serviços locais (Defesa Civil, órgão de vigilância e assistência e Corpo de Bombeiros). Em caso de situação adversa ou no caso da realização de ações humanitárias em outros países, a força também poderá ser convocada pelo Ministério da Saúde para prestar auxílio. 



Confira na íntegra a Portaria nº 2.952, de 14 de dezembro de 2011

Fonte:http://www.revistaemergencia.com.br/site/content/noticias/noticia_detalhe.php?id=J9jbAJja

sábado, 17 de dezembro de 2011

Mercadante: deslizamentos vão matar mais gente em 2012

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, disse nesta quinta-feira (15), em audiência pública na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado, que mais pessoas poderão morrer no verão do próximo ano por causa de deslizamentos de terra provocados pelas fortes chuvas típicas da estação, como aconteceu na região serrana do Rio de Janeiro em janeiro deste ano.
“Eu vou repetir o que eu tenho dito: morrerão pessoas neste verão e nos próximos. Nós não vamos ter um sistema capaz de impedir vítimas. O que nós estamos fazendo é diminuir o impacto dos extremos climáticos que estão se agravando”, disse o ministro ao expor o trabalho do governo na constituição de um sistema de alerta para antecipar o risco de chuvas e desmoronamentos.
Dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden)apontam que inundações e deslizamentos são responsáveis por cerca de sete de cada dez ocorrências de desastres naturais no Brasil. Conforme o centro, os deslizamentos de terra em encostas são responsáveis pelo maior número de fatalidades.
“Nós teremos vítimas este ano. Nós não queremos criar nenhum tipo de ilusão”. Para o ministro “não há como impedir especialmente o deslizamento, e [retirar] entre duas e seis horas uma comunidade, uma favela inteira, um bairro inteiro, que não tem tradição, não tem mobilidade, não tem estrutura para fazer isso. Nós estamos buscando criar essa consciência”, apontou.
De acordo com Mercadante, o maior desafio para o funcionamento de um sistema de alerta eficiente está no levantamento geotécnico das áreas de risco. “Nós não temos esse levantamento no Brasil”, disse aos parlamentares. Ele disse que faltam geólogos no mercado para fazer o estudo. A dificuldade é tamanha que o próprio Cemaden não conseguiu contratar geólogos em seleção aberta recentemente.
“Nós fizemos concurso e não apareceu um geólogo com doutorado, por exemplo, para participar do Cemaden. Nós vamos ter que contratar geólogos fora do Brasil. Os geólogos estão todos na mineração e na Petrobras. O mercado é muito melhor, paga mais. Imagina subir morro para ver pobre e área de deslizamento. Não tem como competir com mineração e com petróleo”, lamentou.
Heterogênea
Além da falta de informação geotécnica, o ministro salienta que a situação da defesa civil em todo o país é muito “heterogênea”, em alguns lugares, está mais preparada e equipada e em outros, menos. “O Brasil precisa entender que o clima mudou. Nós vamos ter inundações, vamos ter deslizamentos e vamos ter mortes. E quanto mais cedo nós nos prevenirmos, quanto mais importância nós dermos a esse desafio, melhores as chances que teremos de mudar essa situação.”
O ministro destacou ainda que o país não tem problemas com a previsão meteorológica e lembrou do trabalho desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da coleta de informações sobre o tempo e o clima do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), além do trabalho feito pela Aeronáutica, com 21 radares, e dos governos estaduais.
Fonte:Fonte:http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1203776&tit=Mercadante-deslizamentos-vao-matar-mais-gente-em-2012

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Número de mortos em desastres naturais bate recorde

Passou de 1.500 o número de mortos e desaparecidos em enchentes e deslizamentos de terras no país neste ano, um recorde histórico, segundo o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. Diante de uma nova temporada de chuvas de verão, o ministro disse hoje (16) que a meta é reduzir "drasticamente" o número de vítimas em acidentes, por meio de alertas mais precisos e mapeamento das áreas de risco, previstos integralmente apenas para 2014.
O secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério, Carlos Nobre, disse que nenhum sistema de alerta, por mais sofisticado que seja, reduz a zero o número de mortos. "Em países como o Japão e os Estados Unidos, as mortes são reduzidas em até 80%", disse. Ele informou que, quase um ano depois das enchentes na Região Serrana do Rio de Janeiro, o País conta hoje com 24 radares para a previsão de tempo em 31 dos 56 municípios das regiões Sul e Sudeste listadas entre as áreas de maior risco. "Hoje, os grandes buracos à visão dos radares são a região metropolitana de Salvador, na Bahia, o sul do Estado, e Vitória, no Espírito Santo", informou.
A partir de amanhã, o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) entra em regime de operação 24 horas por dia. Esse sistema foi criado após o desastre do Rio de Janeiro. Um módulo temporário foi instalado no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em Cachoeira Paulista (SP).
Para 2012, está prevista a compra de 2.800 pluviômetros para aumentar a capacidade do sistema de alertas de desastres naturais. No Brasil, a maioria absoluta é causada pelo excesso de chuvas: enchentes ou deslizamentos de terra. No ano que vem, também deverão entrar em operação mais quatro radares. Com isso, no final de 2012, 90% das áreas de risco estariam sob monitoramento. Mas faltaria a parte mais trabalhosa da tarefa: o mapeamento do comportamento do solo em áreas ocupadas.
O Brasil tem 251 municípios identificados como áreas de risco, porque registram grande número de desastres com mortos. Estudo mostra que, nos três últimos anos, o Brasil registrou uma média de 2,5 mortes por cada milhão de habitantes, por ano. Nos Estados Unidos e Canadá, essa média é de 0,05 mortes por milhão de habitantes. O desempenho do Brasil ficou atrás até da média da América Latina, com cerca de uma morte por milhão de habitantes por ano. "Precisamos reduzir de cinco a dez vezes esse índice", disse Carlos Nobre.

Agência Estado
Fonte:http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/12/numero-de-mortos-em-desastres-naturais-bate-recorde.html

Concluída atividades preparatórias da Secretaria de Assistência Social dos Palmares/PE, para enfrentamento aos desastres naturais

Mediante solicitação formal feita pela Secretária de Assistência Social de Palmares, Srª Cláudia Santos, a Cruz Vermelha Pernambuco (DRD) em parceria com a Coordenadoria de Defesa Civil de Palmares, concluiu no dia 15/12, após vários ciclos de reuniões e uma oficina, capacitação dos seus colaboradores para enfrentamento a desastres naturais, objetivando o plano interno da secretaria para rapidamente organizar-se diante do prenúncio de um desastre (pré-impacto) e após o mesmo (atenuação de danos), onde foram abordadas as seguintes temáticas:
-Defesa Civil (Legislação, Doutrina Brasileira, Sistema Nacional de Defesa Civil, monitoramento, alerta e alarme);
- Plano de contingência (conceito estruturante para inundações);
- Pano de chamada;
- Gerenciamento de abrigos;
- Assistência Humanitária (logística);
- Gerenciamento de donativos;
- Ações psicossociais;
- Estudo de casos.

A Cruz Vermelha Pernambuco, órgão de “apoio” previsto no SINDEC, em consonância com a atual postura dos órgãos oficiais gestores de Proteção Civil (SEDEC / CODECIPE), tem colaborado na mudança cultural de maior ênfase na “preparação e prevenção”, pois só assim teremos comunidades em condições de mitigar os efeitos dos eventos adversos bem como elevar sua resiliência, por isso ao longo de 2011 empenhou-se em promover palestras, cursos, simulados e etc, são pequenas ações como estas que nos levarão a grandes mudanças no contexto da percepção de risco e na adaptação aos efeitos das mudanças climáticas.

Se Deus quiser, 2012 faremos mais e melhor!!